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Para Sua Empresa

Modelos atuais de gestão da saúde

Os atuais modelos que tratam da saúde do trabalhador precisam ser redesenhados: ao invés de focar na gestão da doença, é preciso valorizar a gestão e a promoção da saúde

Essa nova postura exige repensar o papel de todos os envolvidos, criando uma “cultura de saúde”, com gestão eficiente, custos aceitáveis e o comprometimento do usuário para a adequada utilização dos serviços. Nesse processo, o plano de saúde tem de se tornar um parceiro dedicado à gestão total da saúde das pessoas que compõem a empresa, tornando-a uma organização saudável. Ele assume o papel de condutor, ajudando o paciente a transitar pelo ciclo de atendimento, facilitando o intercâmbio de informações e assegurando a continuidade. Além de auxiliar as empresas a administrar e minimizar o impacto geral dos problemas de saúde de seus funcionários.

Além disso, com a implantação da nova legislação previdenciária, as empresas passam a se defrontar com um novo cenário: a princípio, qualquer doença pode ser considerada doença do trabalho e cabe às corporações o ônus da contraprova. Esse fato pode gerar um passivo desconhecido, além de trazer, ainda, um aumento na tributação das organizações.

Com isso, o plano de saúde passa a ser uma responsabilidade do empregador.

É preciso atuar de forma totalmente integrada, sob a clara filosofia de promover a saúde. Assim, as empresas serão as protagonistas, juntamente com a operadora, no processo de gerenciamento da saúde de seus funcionários.

É para esse cenário, repleto de novos paradigmas de competitividade e gestão, que o Fátima Saúde disponibiliza o conceito LIFE.